Arte e Amor - p01
Muitas coisas acontecem em nossas vidas por alguns motivos, é o que minha mãe sempre me disse. Podendo ser a forma de Deus nos testar ou nos ensinar algo; outros dizem ser o universo conspirando sobre aquilo e outros dizem ser apenas o destino.
No meu caso, não saberia dizer quais dessas se encaixaria perfeitamente, ou se eram tão perfeitas assim, para se encaixar naquela ocasião… Mas era uma coisa que, mesmo eu tentando assimilar o que foi que aconteceu, como aconteceu e como estava naquele momento, era algo difícil de acreditar e entender.
Nesse momento, observo o rosto dele que está concentrado olhando meus desenhos, não deixando passar nenhum traço dos meus rabiscos de lápis, e para finalizar sua visualização, ele passa o dedo delicadamente por cima e sorri. Não sei se de aprovação ou ironia, mas sei que é algo que gosto e faz meu coração aquecer, e fazer com que imite seu gesto e sorrio também.
— São lindos — Ele comenta olhando para o último desenho, o do Holly.
— Obrigada, mesmo achando que ainda preciso melhorar em alguns aspectos e traços…
— Claro que não, está tudo perfeito. Tudo. — Ele me interrompe olhando em meus olhos.
— Você acha? — Pergunto desconfiada, sabia que ele poderia apenas elogiar-me para me agradar, como muitas pessoas próximas a mim fizeram, mas que pelas costas zombavam de meus desenhos.
— Claro! Se você não se importasse, gostaria de ficar com esse. — E ele apontou para o desenho do Holly. E eu ri.
— Claro que pode ficar com ele, é do Holly e ele é seu cachorro. — Pego o caderno de suas mãos e destaco a folha com cuidado e dou pra ele.
— Muito obrigado, colocarei num quadro e vou colocar no meu estúdio. — Ele falava sorridente.
— Não é para tanto, poderia guardar em um caderno, sei lá. — Comento e ele ri.
— Não, colocarei num quadro e mostrarei para todos que conheci uma artista. — Ri com sua fala sonhadora.
— Estamos invertendo os papéis. — E ele dá de ombros, e isso me fez olhar para o causador dessa junção… seu ombro esquerdo.
No meu caso, não saberia dizer quais dessas se encaixaria perfeitamente, ou se eram tão perfeitas assim, para se encaixar naquela ocasião… Mas era uma coisa que, mesmo eu tentando assimilar o que foi que aconteceu, como aconteceu e como estava naquele momento, era algo difícil de acreditar e entender.
Nesse momento, observo o rosto dele que está concentrado olhando meus desenhos, não deixando passar nenhum traço dos meus rabiscos de lápis, e para finalizar sua visualização, ele passa o dedo delicadamente por cima e sorri. Não sei se de aprovação ou ironia, mas sei que é algo que gosto e faz meu coração aquecer, e fazer com que imite seu gesto e sorrio também.
— São lindos — Ele comenta olhando para o último desenho, o do Holly.
— Obrigada, mesmo achando que ainda preciso melhorar em alguns aspectos e traços…
— Claro que não, está tudo perfeito. Tudo. — Ele me interrompe olhando em meus olhos.
— Você acha? — Pergunto desconfiada, sabia que ele poderia apenas elogiar-me para me agradar, como muitas pessoas próximas a mim fizeram, mas que pelas costas zombavam de meus desenhos.
— Claro! Se você não se importasse, gostaria de ficar com esse. — E ele apontou para o desenho do Holly. E eu ri.
— Claro que pode ficar com ele, é do Holly e ele é seu cachorro. — Pego o caderno de suas mãos e destaco a folha com cuidado e dou pra ele.
— Muito obrigado, colocarei num quadro e vou colocar no meu estúdio. — Ele falava sorridente.
— Não é para tanto, poderia guardar em um caderno, sei lá. — Comento e ele ri.
— Não, colocarei num quadro e mostrarei para todos que conheci uma artista. — Ri com sua fala sonhadora.
— Estamos invertendo os papéis. — E ele dá de ombros, e isso me fez olhar para o causador dessa junção… seu ombro esquerdo.

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