A casa branca - p06
8 da manhã. O sol entre nuvens e o clima fresco surgiam, como se desejasse um bom-dia para todo mundo. Ele acordou e viu as cortinas balançando com a brisa que entrava, e olhando para elas notou ser muito semelhante às que tinha em casa, porém lá quase nunca deixasse as janelas abertas para isso permitir o movimento. Levantou-se e foi até a janela que tinha a vista para o mar sentir um pouco mais daquela brisa marítima que invadia seu quarto. De lá, via algumas pessoas que estavam se acomodando na praia, curtindo as ondas, e no fundo um grande navio turístico.
Motivado, tomou seu café da manhã oferecido pelo hotel e desceu para explorar a metrópole e, talvez, encontrar algo que saciasse sua busca. Na entrada principal havia um pequeno jardim onde as pessoas poderiam ter um momento de lazer. Ele repousando ali por um instante, observou casais que passavam, grupo de amigos, pessoas sozinhas, famílias. Depois pegou o metrô e direção ao museu; seu objetivo era caminhar entre as pessoas e captar emoções e sensações do dia a dia. Sons de passos, de vozes, do metrô sobre os trilhos, vendedores ambulantes, artistas, pedintes. Tantos novos mundos em cada pessoa que ele não imaginaria.
Saindo da estação, outro avião, um enorme dessa vez. Os moradores, já acostumados, nem olhavam para o céu mais; apenas ele e alguns poucos acompanharam o avião chegando ao aeroporto. O museu, ao lado da estação, estava fechado para visitação naquele dia, o que o deixou frustrado por um breve momento. Mas antes que isso o afetasse de vez, caminhou em direção ao mirante que ficava no alto de um pico, numa área mais afastada da região central.
No caminho, lojas e restaurantes de diversos tipos. Ele andava com calma, como quem está apreciando a rotina e o modo de viver dali, apesar disso, ele ainda estava procurando por algo que ainda não sabia nomear. Desde que saíra do hotel, horas se passaram com ele olhando minunciosamente os lugares onde passava. Almoçou num famoso restaurante de comida brasileira na região, caminhou diante de escritórios, grandes mercados, hospitais, um shopping enorme e grandiosos condomínios distribuídos pelo caminho.
No caminho, lojas e restaurantes de diversos tipos. Ele andava com calma, como quem está apreciando a rotina e o modo de viver dali, apesar disso, ele ainda estava procurando por algo que ainda não sabia nomear. Desde que saíra do hotel, horas se passaram com ele olhando minunciosamente os lugares onde passava. Almoçou num famoso restaurante de comida brasileira na região, caminhou diante de escritórios, grandes mercados, hospitais, um shopping enorme e grandiosos condomínios distribuídos pelo caminho.
Ao chegar ao mirante, tomou um café da tarde antes de apreciar a paisagem que o mirante proporcionava. Frustrado por ter falhado na sua missão de encontrar inspiração, desistiu de procurar e começou a resmungar sozinho, desdenhando da própria existência. Quando virou-se para sair, notou que, bem no canto do mirante, uma jovem estava sentada com uma mochila preta ao lado. Ela apreciava cada avião que pousava no aeroporto. Olhando mais atentamente, ele a reconheceu e sorriu.
Parte 06 - achado inesperado
Matheus H.

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